Ao me levantar todos os dias, um grande espelho me encara antes de qualquer pessoa. Espelho que reflete uma imagem, imagem que reflete a vida, vida opaca.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
É ruim viver sem ele...
Vou vagando por aí, perdida entre pessoas e lembranças. Acho que não sei mais separar o real do imaginário, acho que nunca soube. E por mais poético que isso tudo seja, por mais poética que eu seja, não é suficiente pra viver. Não se vive de amor, acredita?! Eu que sempre vivi dele... Descobrir que não me nutria! Oras! Tenho andado por aí sem acreditar em nada e duvidando de tudo. Tenho sentido saudades que não sei se deveriam ser sentidas, faltas que apertam o meu peito e queimam... Mas queimam esse espaço vazio, empty, mas cheio de coisas que eu não sei nominar. Meu coração voltou a bater do lado errado, o de fora... Mas agora não, ele não volta pro meu peito, e dói, longe, mas dói. Quem já sentiu o coração doer longe entende, é estranho, é pesado e eu caminho por entre pessoas e por lugares que não me fazem diferença, mas sempre te enxergo, com meu coração sofrido, dolorido, machucado... Aproveita que ele está em seus braços e cuida dele pra mim, eu já não posso.
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4 comentários:
Could you be loved, you be loved!
Que delicia essa intensidade, esse monte de confusão..
Que chá de palavras lindas, amora!
que mara,
fico lindo.!
"morrer de amor não é difícil, não
se atirar do edifício
viver de amor é que é difícil
se atirar..."
você falou esse texto... eu apaixonei!!! *_*
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